Quarta-Feira de Cinzas, dia de Jejum e
abstinência.
Horário de Missas
06h30min – Igreja Matriz de Sant’Ana
08h00min – Capela de Santo Antonio e Capela de
Nossa Senhora de Fátima
19h30min – Capela de Santo Ezequiel e Capela Santa Mônica
20h00min – Igreja de Nossa Senhora do Perpétuo
Socorro
Abertura da Campanha da Fraternidade 2012 –
Fraternidade e Saúde Pública: Que a saúde
se difunda sobre a terra.
Que o
tempo quaresmal seja para todos nós oportunidade de conversão de vida, santificação
e meditar a mensagem do papa Bento XVI.
Irmãos e irmãs!
Quaresma oferece-nos a oportunidade de refletir mais uma vez sobre o
cerne da vida cristã: o amor. Com efeito este é um tempo propício para
renovarmos, com a ajuda da Palavra de Deus e dos Sacramentos, o nosso caminho
pessoal e comunitário de fé. Trata-se de um percurso marcado pela oração e a
partilha, pelo silêncio e o jejum, com a esperança de viver a alegria pascal.
Desejo, este ano, propor alguns pensamentos inspirados num breve texto
bíblico tirado da Carta aos Hebreus: «Prestemos atenção uns aos outros, para
nos estimularmos ao amor e às boas obras» (10, 24). Esta frase aparece inserida
numa passagem onde o escritor sagrado exorta a ter confiança em Jesus Cristo
como Sumo Sacerdote, que nos obteve o perdão e o acesso a Deus. O fruto do
acolhimento de Cristo é uma vida edificada segundo as três virtudes teologais:
trata-se de nos aproximarmos do Senhor «com um coração sincero, com a plena
segurança da fé» (v. 22), de conservarmos firmemente «a profissão da nossa
esperança» (v. 23), numa solicitude constante por praticar, juntamente com os
irmãos, «o amor e as boas obras» (v. 24). Na passagem em questão afirma-se
também que é importante, para apoiar esta conduta evangélica, participar nos
encontros litúrgicos e na oração da comunidade, com os olhos fixos na meta
escatológica: a plena comunhão em Deus (v. 25). Detenho-me no versículo 24,
que, em poucas palavras, oferece um ensinamento precioso e sempre atual sobre
três aspectos da vida cristã: prestar atenção ao outro, a reciprocidade e a
santidade pessoal. (Bento XVI)